Publicado por: diegoperdoado | setembro 20, 2009

É LOUCURA AFIRMAR QUE DEUS EXISTE…

DIGO ISTO, CORRENDO O RISCO DE SER MAL INTERPRETADO…

Porque a loucura de Deus é mais sábia que a sabedoria humana, e a fraqueza de Deus é mais forte que a força do homem. 1 Coríntios 1.25

Deus não existe. Deus É. O que existe vem do que É. Deus É. Eu existo. O que existe e sabe que existe, deveria saber que vem do Daquele que É. De fato, deveria pelo menos intuir que Dele se deriva. Entretanto, não tem como provar para outros que Aquele que É, existe; visto que Aquele que É, só É porque não existe como existente entre os que existem; pois, se assim fosse, Ele não seria, mas apenas existiria; e por isso, apenas seria. O que existe -, primeiro se torna existente, para então ser. O que é, porque É, É; e cria o que existe.  Assim, o que existe sabe de si e pode conhecer Aquele é, mas não tem como prová-Lo a outros que apenas existem, pois, Aquele que É não habita a existência como objeto de prova.

Então, discutir a existência de Deus seria algo tão fútil e pálido quanto discutir se você existe ou meu amigo…

Quem olha para você, meu amigo e diz que você não existe, equivale àquele que olha para a Criação, para si mesmo, e para tudo o que a Existência implica, e não vê Deus.

Deus É, mas a criação existe. E existe maior do que qualquer indivíduo existente. Portanto, aquele que olha para o Existente Criado (Cosmos) e nada vê e nada sente, é como aquele que fica diante de você e convoca uma conferência para decidir se você existe ou não meu amigo.

É loucura? Sim! É! Tanto num caso como no outro!

Ora, em tal caso, quem assim o fizesse, não estaria de fato discutindo a sua (tua) existência, mas sim a sua (tua) aceitação ou não como existente por esse (o individuo discutidor) que se julga o validador do que existe ou não existe, nesse caso o louco e insano Dawkins…

Nesse sentido a gente vê o sentimento que gera o ateísmo, vestindo-se de antipatia, implicância, raiva, revolta, angustia, amargura, arrogância, vaidade, soberba (ou seja: de supremas burrices!) — no trato com o próximo. Sim! Há ateus de Deus e há os ateus de homens — os chamaríamos de a – homens?! O (a) na frente significa prefixo de negação.

Negar que o próximo exista e seja, é equivalente a dizer: Deus não É; Deus não existe! — e ainda assim se desviar do individuo que não existe como se ele existisse.

Sim! Porque nunca vi um ateu viver até o fim às implicações filosóficas do ateísmo.

POR EXEMPLO: Friedrich Wilhelm Nietzsche se angustiou com a religião (não Jesus e seus ensinos) porque a mesma o proibia que levasse ao limite ultimo um AMOR proibido dele para com sua irmã, ou seja, um incesto, e mais ainda ele mesmo sempre financiou obras missionárias (Luteranas) até o fim de sua vida que morrera em uma profunda angustia e medo diante de suas implicações e idéias.

Um ateu que se satisfaz com filosofias é um ateu querente, um ateu crente, e crente do tipo obscurantista, posto que ainda seja capaz de se satisfazer com as lendas de existência da Filosofia.

De fato, direi rapidamente a você meu amigo leitor como deveria ser a vida de um ateu engajado e crente (vida curta, porém sincera!), preste ATENÇÃO, pois serei curto, pragmático e objetivo:

Um ateu não deve chorar jamais, amar jamais, sentir prazer em fazer amor com uma pessoa amada, amar seus filhos, sentir prazer no paladar, olfato, tato, visão, audição, beijar com sinceridade jamais; se preocupar com justiça, verdade, carinho, amizade, amor, e ódio, jamais; e jamais deveria ter ciúmes, e nem se enciumar de nada; menos ainda se importar com a vida e a morte; e, sob hipótese alguma deveria ter dor de consciência; e jamais sentir-se devendo nada aos céus, à terra e menos ainda aos homens; e sem esquecer-se de que tanto faz qualquer coisa, pois, se não há Deus, não há sentido, não há razão, não há por quê; pois, se não há Deus, o que quer que pela força ou pela inteligência ou mesmo pela maldade se fizer impor (caso assim alguém deseje e consiga) — em nada está sendo melhor ou pior do que qualquer coisa ou qualquer um. Sim! Sem falar que filhos nada mais são, em tal caso, que o produto de nós e para o nosso melhor uso e conforto (afinal, somos inteligentes!), não importando o uso. Digo isso ainda mesmo acreditando que o argumento acima (teleológico = Fim e propósito final), não seja o que mais gosto, mas sim o (empírico = vivencia da humanidade em relação com Deus (Jesus Cristo), mas ele o “argumento teleológico” nos serve para evidenciar o que estou a falar…

Sem Deus, com tudo e com nada; e sem sentido para tudo ou nada; mas, havendo sinceridade, pelo menos levando até as ultimas conseqüências as implicações de uma existência sem Deus — dever-se-ia abraçar gelo na alma, sem alma, sem direito a emoção, sem permissão para dançar, sem licença para amar, sem nada a celebrar ou a chorar; sem chegadas e sem despedidas; sem berços e sem túmulos; sem nada além de nada; e, em caso de honestidade maior, abraçando o suicídio como devoção.

E mais ainda meu amigo leitor Apresente-me esse ateu (ainda que morto), e o saudarei com respeito. Até mesmo Dawkins… Não levou e nem levara seu ateísmo até às últimas conseqüências, como podemos ver no vídeo posto abaixo, que disse ele quando inquirido pelo entrevistador se “Existisse” o que ele (Dawkins…) diria, e ele disse: (talvez eu não tenha acreditado em você “deus” mas também fui um homem bom, fui honesto e amável), ou seja, serviu-se de todas as possibilidades que somente num mundo com Deus se poderia ter.

(http://www.youtube.com/watch?v=ewphqsSw_cw)

Quanto ao mais meu amado amigo leitor, quando não são apenas pessoas sinceramente traumatizadas, angustiadas, amarguradas (e muito mais) os ateus são, em geral, apenas uns vaidosos, ufanistas, desensibilizados, sem alma e coração (para não dizer outra coisa); e que brincam de ateísmo sem saber nem bem quem são; pois, sabem que não sabem viver sem as bênçãos de um mundo que (ainda que morrendo) ainda se levanta para trabalhar e volta para dormir, em razão de que uma leve pulsão de Deus ainda é aceita como essencial para a vida.

Assim sendo meu amigo leitor, valorize o ateísmo (Dawkinanico, Sartreano ou Nietzscheano) e você estará dando pirulito para meninos, e correndo o risco de se tornar um deles!

Não faça isto amigo leitor! Não se torne um deles (meninos ou ateus)?

Eles brincaram disso. Esse é o joguinho dos bichinhos. Não faça isso não. Eles são só grandões, mas no fundo no fundo são meninos. Não se troque com eles. Você é adulto e um filho de Deus em Jesus e sua obra vicária. Não entre nessa criancice, apenas leve sua mente cativa ao evangelho de Cristo expondo e lançando suas duvidas sobre Ele e nEle pois ele as entende e as compreende. Porém o faça com sinceridade e veracidade de alma com eu o fiz quando estava preste a me suicidar e encontrei respostas para o chão de minha existência…

Por fim (mesmo)

Deixe os ateus serem ateus. É assim que são. Até que eles tenham que deixar de se distraírem brincando de ateísmo, e, assim, se dês-traiam em seus próprios auto-enganos. Quase todo ateu tem grande vocação religiosa, frustrada ou traumatizada — mas quase sempre tem.

ASSIM, DIGO E RATIFICO MINHA INTRODUÇÃO:

Não me preocupo em provar Deus para ninguém. Meu único discurso sobre Deus é viver Deus com tanta intensidade e certeza em fé, que nenhum ateísmo seja sequer por mim reconhecido, do mesmo modo que eu não perco tempo provando sua ou minha existência para ninguém que vendo não aceite o que vê: você ou eu.

Deus se entende com os crentes e “evangélicos”, por que não se entenderia com os ateus?

É isto que penso e creio!

Ateus práticos ou teóricos recebam meu carinho e amor Verdadeiro

nEle que simplesmente É e pronto (ou ponto)

pastor Diego dos Santos

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